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Quintanilha

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Se iniciar a Rota em Quintanilha, mera sugestão tão válida como outra qualquer, entra na porta mais próxima da fronteira internacional e conhecerá os vales superiores do Maçãs e do Angueira, com breve passagem na vila de Vimioso.

A freguesia de Quintanilha, montanhosa e acidentada, situa-se no extremo oriental do concelho de Bragança e é conhecida por ser uma das principais fronteiras com Espanha. É delimitada pelo rio Maçãs, a este, marcando a fronteira com Espanha. Com uma área de 25 km², apresenta uma densidade populacional de 8,7 hab/km². É parte integrante do Parque Natural de Montesinho, sendo esta área raiana caracterizada por uma paisagem agreste (Vale do Maçãs bem encaixado). A freguesia é composta pelos lugares de Quintanilha, Réfega e Veigas. Encaixada na orla nascente (e fronteiriça) do território concelhio, a sede de freguesia, dista 22 km da cidade de Bragança através do troço Bragança-Quintanilha integrado na A4/IP4.

Orago: S. Tomé.

Primeira referência histórica: “Inquirições” de D. Afonso III, datadas de 1258.

Outros locais de interesse: Santuário da Senhora da Ribeira; Parque de lazer (com praia fluvial no rio Maçãs); Ponte internacional sobre o rio Maçãs; Igreja Paroquial de Réfega (Séc. XVI) e a Igreja da Aldeia das Veigas / Igreja de São Vicente, incluindo todo o seu recheio, nomeadamente pinturas murais e retábulos - Imóvel de Interesse Público (Decreto n.º 45/93, DR, I Série-B, n.º 280, de 30-11-1993); Miradouro do Barrocal e o Miradouro da Petada.

Especificidades: Algumas casas apresentam, por cima das portas e portões, lousas esculpidas. Predominância de xistos negros acinzentados utilizados, quer no empilhamento de alvenarias, quer em cantarias, sendo particularmente curiosa a gravação de motivos decorativos, em superfícies planas.
Foi junto da capela de Nossa Senhora da Ribeira que a Corte portuguesa recebeu a Princesa Isabel de Aragão, a Rainha Santa quando entrou em Portugal.
A mineração teve importância nesta localidade, existiram minas para exploração de chumbo.

Terra Natal da Dr.ª Regina de Quintanilha – Primeira Advogada e Primeira Notária e Conservadora do Registo Civil, homenageada na fonte de Quintanilha. Nesta fonte são também homenageados Francisco António Fernandes de Quintanilha e D. Josefa Peixoto de Magalhães Quintanilha, benfeitores desta freguesia.

Quintanilha apresenta-se como porta de entrada em território nacional da variante da Via da Prata (também conhecido como Caminho do Sudoeste ou Caminho Leonês) do Caminho de Santiago. Antes de chegar a Zamora, a Via da Prata apresenta duas alternativas: uma primeira que contorna Portugal, passando por Puebla de Sanábria, e uma segunda que entra em Portugal por Quintanilha, passa por Bragança e Vinhais e junta-se de novo ao Caminho Leonês em Ourense. A Via da Prata afigura-se como uma opção cultural e turística para aqueles que desejam percorrer o Caminho de Santiago e usufruírem de um vasto espólio da arquitetura romana, medieval e gótica.

Feiras: Senhora da Ribeira (mensal, no último Domingo do mês).

 

PATRIMÓNIO EDIFICADO

  • Igreja Matriz de Quintanilha / Igreja de São Tomé (Séc. XVI);
  • Capela de Nossa Senhora da Ribeira ou Santuário de Nossa Senhora da Ribeira (Séc. XIII), Imóvel de Interesse Público (Portaria n.º 443/2006, DR, II Série, n.º 49, de 9-03-2006);
  • Casa dos Mouros;
  • Fontes;
  • Forja comunitária;
  • Moinhos nas margens do rio Maçãs.

 

ENQUADRAMENTO

A envolvente do aglomerado é constituída por áreas agrícolas, quintais e hortas, junto às habitações, com culturas de milho, batata e outros produtos hortícolas, ponteadas com árvores de fruto (nogueira, cerejeira, figueira, entre outras) e oliveiras. Na envolvente próxima, surgem as explorações agrícolas cerealíferas e lameiros. Os matos, dominados por azinheira e giesta, ocupam antigos campos agrícolas, áreas afastadas do aglomerado e locais onde as condições edáficas são desfavoráveis.

Descendo para o vale do rio Maçãs, entra-se numa zona de lameiros compartimentados por muros e vegetação. Junto à margem, as áreas mais planas são ocupadas por pequenas explorações agrícolas, destacando-se o elevado desenvolvimento da vegetação ripícola composta por amieiros, salgueiros, freixo e ulmeiro. É nesta área que se situam os moinhos (dois deles recuperados), a praia fluvial e o parque de merendas.

Nesta zona, é possível serem observadas várias aves, nomeadamente rapinas e alguns mamíferos, como a raposa e o javali.

A edificação da Capela de Nossa Senhora da Ribeira encontra-se ligada a uma lenda medieval que relata o aparecimento da Virgem a uma pastora. O templo terá sido erigido no segundo quartel do século XIII nas terras do Outeiro, pertencentes à Coroa e que até 1220 haviam integrado os coutos do mosteiro beneditino de Castro de Avelãs. No ano de 1282 há já notícia da existência de uma ermida que albergava a imagem milagrosa de Nossa Senhora.

Morada

Quintanilha, Bragança

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